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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Morre torcedor palmeirense e polícia pede prisão de vereador suspeito

Polícia pedirá prisão de vereador suspeito de
agredir palmeirense (Foto: Reprodução)
Raimundo Faustino (PT) esteve na delegacia, mas segue em liberdade. 
Ele disse à polícia não ter usado madeira para agredir torcedor.



A Secretaria de Saúde confirmou que o torcedor do Palmeiras agredido em uma briga com corintianos no último domingo (17) morreu em um hospital de Franco da Rocha na noite de quarta-feira (20). A Polícia Civil disse já ter pedido a prisão preventiva vereador Raimundo Faustino (PT), de Francisco Morato.

O professor Gilberto Torres Pereira, de 30 anos, fazia parte da torcida organizada Mancha Verde. Ele foi agredido durante uma briga com torcedores do Corinthians, depois do clássico entre Palmeiras e São Paulo, perto da Estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em Franco da Rocha, no domingo (17).

Trinta torcedores foram detidos. Quatro palmeirenses foram indiciados por rixa e lesão corporal e três corintianos por rixa e tentativa de homicídio. Com a morte do torcedor, os corintianos irão responder por assassinato.Atingido na cabeça por um pedaço de pau, ele teve traumatismo craniano e estava internado no Hospital Estadual de Franco da Rocha, onde passou por cirurgia. Na terça-feira (19), os médicos suspenderam sedativos, mas ele não reagiu. Na quarta-feira (20), os exames indicaram a morte cerebral e a família resolveu doar os órgãos.

Raimundo Faustino se apresentou na delegacia na segunda-feira (18) e disse à polícia que reagiu a algumas agressões, mas que não usou a madeira. O vereador, que já tinha se envolvido em briga da torcidas anteriomente, não ficou preso porque já tinha passado o flagrante. Faustino, que é conhecido como Capá, não quis falar com os jornalistas.
Vereador Raimundo César Faustino, de Francisco Morato, chega a delegacia (Foto: Reprodução/TV Globo)Vereador Raimundo César Faustino, de Francisco Morato, chega a delegacia (Foto: Reprodução/TV Globo)


Segundo o advogado, Thiago de Siqueira Coscia, negou envolvimento do vereador na briga. “Ele não participou dos fatos, das ocorrências, nada que possa vincular a imagem dele a essas agressões”, disse.

Em nota, o PT de São Paulo informou que criou uma comissão especial para investigar o envolvimento de filiados do partido na briga e declarou repudiar veementemente os atos de violência.






Fonte:G1 SP

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