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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Saúde em Campina Grande pode entrar em greve por tempo indeterminado na próxima terça-feira, dia 29

Blog Carlos Magno






Na assembleia, os servidores da saúde de Campina Grande
 deliberaram, de forma unânime, por um indicativo de
greve que será votado na próxima terça-feira, dia 29
Em assembleia realizada esta semana, os servidores da saúde de Campina Grande deliberaram por uma nova assembleia com indicativo de greve para o próximo dia 29 de setembro. A principal reivindicação é a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração – PCCR, instituído no governo do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), mas não aplicado plenamente na gestão de Romero Rodrigues (PSDB).

Os servidores se reuniram com a direção do SINTAB e ouviram as explicações que a administração tem dado aos diretores do sindicato a respeito dos pleitos da categoria, a exemplo de melhorias nas condições de trabalho, protetor solar de melhor qualidade para os agentes de saúde, equipamentos de proteção individual, melhorias estruturais nas unidades de saúde do município e principalmente pelo PCCR da saúde, pois a sua não implantação vem causando perdas salariais aos servidores.

Após as exposições dos diretores e participação de diversos servidores com ideias de alternativas para que sejam atendidos os pleitos dos trabalhadores da saúde, os trabalhadores da saúde presentes votaram por unanimidade por uma nova assembleia com indicativo de greve que será votado, no próximo dia 29 de setembro, a partir das 9h da manhã, na AABB. A deliberação desta assembleia pode decidir greve dos servidores da saúde por tempo indeterminado.

O diretor de comunicação do SINTAB, Napoleão Maracajá, falou sobre os problemas enfrentados na saúde e disse “A situação da saúde é gravíssima, o governo está entrando no 3º ano de mandato e nada para o Plano de Cargos da saúde foi feito, então os trabalhadores vão ter que radicalizar, lamentavelmente, em algumas reuniões o governo se mostrou desrespeitoso”.
De acordo com o diretor, “uma hora não ia a secretária, outra hora enviava uma pessoa que não sabia da pauta, então não dá para aceitar, o quadro é extremamente dramático e o que resta a esses trabalhadores é a capacidade de luta que eles tem, os servidores estão dispostos a se manifestar, de ir as ruas, pois não há respostas. Além disso há o problema das condições de trabalho, há insegurança nas unidades de saúde” – Assessoria/Sintab.

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