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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Em CPI, Eike nega investimento de fundos de pensão nas empresas dele.

Por
G1 em Brasilia
Débora CruzDo ,
fotos / L Barbosa.
Presidente da CPI Deputado Federal Efraim Filho, Fotos / L Barbosa.
Questionado pelo Presidente da CPI Deputado Efraim filho, O empresário Eike Batista disse nesta terça-feira (17) que “nenhum fundo de pensão” investiu recursos nas empresas dele. Eike prestou depoimento na CPI dos Fundos de Pensão, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

   
     A CPI foi criada para investigar indícios de suposta manipulação incorreta em fundos de pensão complementar. Apresentado pelo deputado Marcus Vicente (PP-ES), o requerimento para ouvir o empresário informa que o Grupo EBX, que faliu em 2013, recebeu aportes financeiros dos principais fundos de pensão investigados pela comissão.


Ao ser questionado por um parlamentar, Eike disse desconhecer que um fundo de pensão tenha investido R$ 127 milhões em ações do grupo. O empresário também repetiu os argumentos apresentados mais cedo, durante depoimento na CPI do BNDES, quando disse ter buscado recursos junto a empresas estrangeiras.
   
   Ele citou como exemplo as obras do Porto de Açu, em construção em São João da Barra, no norte fluminense. Neste caso, o BNDES teria emprestado R$ 3 bilhões para a construção, enquanto investidores estrangeiros teriam investido R$ 70 bilhões. “É importante mostrar a proporção de tudo”, disse.
Falência Eike atribuiu a falência do grupo EBX à baixa produtividade de uma das empresas do grupo, aOGX (empresa de exploração de petróleo), que arrastou para o buraco as demais. “Achamos petróleo, mas a produtividade dos poços não correspondeu ao esperado”, disse. “A falha de não termos produtividade nos campos de petróleo causou uma corrida bancária ao grupo todo”, completou (veja no vídeo abaixo).



Fundos de Pensão A comissão foi criada na Câmara para investigar eventuais prejuízos na administração dos fundos de previdência de estatais federais, como Postalis (Correios), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa) e Previ (Banco do Brasil).


Questionado por Efraim ser conhecia o Fernando Baiano Durante o depoimento, Eike disse conhecer o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, que é um dos delatores da Operação Lava Jato. Eles teriam se reunido de duas a três vezes. À época, Baiano representava um grupo espanhol da área de estaleiros, mas, segundo Eike, os negócios entre eles não avançaram.


Pela manhã, empresário prestou depoimento na CPI do BNDES.

Segundo Eike Batista, recursos vieram de empresas estrangeiras.


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