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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Perícia descarta que funcionária de call center morta em JP tenha sido vítima de bala perdida

Por Hyldo Pereira
Portal correio


Trabalhos da dinâmica mostraram ainda que o suspeito perseguiu a vítima e cerca de 20 metros depois do primeiro disparo, atirou novamente, atingindo Suênia Souza

Suênia Souza / Reprodução/ Facebook
Suênia Souza, funcionária de um call center, morta no dia 7 de janeiro deste, em João Pessoa, não foi vítima de bala perdida. A conclusão é dos peritos criminais do Instituto de Polícia Científica (IPC) da Capital.

Laudos que o Portal Correio teve acesso, com exclusividade, concluíram que a vítima foi morta por disparos de um revólver calibre 38. A reconstrução da dinâmica do crime através do impacto de projéteis em estruturas da área do homicídio comprovou que o primeiro tiro foi efetuado de uma distância de cerca de 60 metros. A técnica utilizada nesse caso foi pioneira no Brasil.

Os trabalhos da dinâmica mostraram ainda que o suspeito perseguiu a vítima e cerca de 20 metros depois do primeiro disparo, atirou novamente, atingindo Suênia Souza. A conclusão pericial será entregue ao delegado de Homicídios de João Pessoa, Luiz Cotrim, que investiga o caso, para fins de elucidação do homicídio.

O Portal Correio tentou contato com o perito criminal Herbert Boson, que comandou o trabalho de perícia, mas ele não atendeu aos telefonemas. Uma entrevista coletiva será realizada nesta quinta na Delegacia de Homicídios da Capital para explicar o trabalho de investigação.

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