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segunda-feira, 14 de março de 2016

Cunha prepara Motta para presidência da Câmara

Por
Ascom
Cunha prepara Motta para presidência da Câmara


Candidato do presidente da Câmara dos Deputados para liderar a bancada do PMDB na Casa, o deputado Hugo Motta (PB) agora segundo o portal Diário do Poder na coluna do jornalista Cláudio Humberto desta segunda-feira (14) vem sendo preparado por Cunha para sucedê-lo na presidência da Casa.

Segundo o portal o ex-presidente da CPI da Petrobras e ex-candidato a Líder do PMDB, deputado Hugo Motta (PB) faz agora um intensivão com Eduardo Cunha, que o prepara para as eleições para presidente da Câmara.

Durante a articulação da sua candidatura a liderança do PMDB, deputados peemedebistas aliados de Cunha e opositores ao governo avaliaram que seria um bom nome. Consideraram sua atuação até então e o fato de ser do Nordeste. Jovem, Motta tem apenas 26 anos, já ocupou postos-chave na Casa, como a presidência da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC).

Nascido em família tradicional da política --seus avós maternos tiveram diversos mandatos nas Câmaras federal e estadual, enquanto o avô paterno e seu pai ocuparam a prefeitura da cidade de Patos (PB)--, Motta foi o mais jovem deputado eleito, com 21 anos, em 2010, e presidiu o PMDB jovem.



    O deputado Hugo Motta vem ser destacando na Câmara
dos Deputados e na politica nacional, e vem apoiando as grandes interesses do Brasil, assim em especial a Paraíba-PB.
  

Em reunião com representantes de sindicatos de delegados de polícia, o deputado federal Hugo Motta (PMDB/PB) reafirmou o compromisso na luta por medidas protetivas às mulheres vítimas de violência doméstica.


  O vice-presidente da Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados de Polícia da Paraíba (Adepdel), Steferson Gomes, falou sobre a importância de ampliar aos delegados a atribuição de decidir sobre o afastamento do agressor. “Em muitos casos registrados, após a denúncia, alguns agressores retornam ao convívio com a vítima, causando pressão psicológica e possibilitando um agravamento do quadro de violência. Nossa luta é para que esse afastamento possa ser determinado pelo próprio delegado que recebeu a denúncia”, explicou.

  Para o parlamentar, definir como medida protetiva o afastamento do autor da agressão do local de residência, é uma das ações mais urgentes no combate à violência doméstica. “Em muitos casos, após tomar conhecimento da denúncia, o agressor se torna mais hostil, ampliando os tipos de maus-tratos às companheiras, violências psicológicas e físicas se acentuam, podendo chegar ao extremo. Por esse motivo, defendo que os delegados possam deferir à medida que trata do distanciamento e até mesmo corte de contato com a vítima”, afirmou.

  A lei prevê que apenas um juiz pode determinar o afastamento do agressor do convívio com a vítima, o que impede que os delegados, no momento em que recebem a denúncia e solicitação de medida protetiva, estabeleçam de imediato o distanciamento. “Vamos apoiar o aperfeiçoamento e eficácia da Lei Maria da Penha (11.340/2006) e a aprovação do PL 6433/13, que trata especificamente dessa atribuição. Dessa forma, o hiato existente entre a formulação da denúncia e a comunicação ao judiciário, não será fator determinante para o agravamento da situação de violência vivida pelas mulheres”, enfatizou.

  Participaram ainda da reunião os delegados Rafael Barcia, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro (Sindelpol/RJ), e o delegado Mozart Félix, vice-presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Tocantins (Sindelpol/TO).

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