Deputado Efraim Filho (Foto: Barbosa)

O Outubro Rosa é um movimento internacional para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. No Brasil, a comemoração foi instituída pela Lei nº 13.733/2018.

A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

“Com a chegada de outubro a cor rosa começa a aparecer em diversas campanhas e ações nos alertando sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama”. A declaração é do deputado Efraim Filho (DEM/PB) que é sensível à causa.

No mundo, uma em cada oito mulheres desenvolverão câncer de mama ao longo da vida. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados para 2020 mais de 66 mil novos casos de câncer de mama. “Infelizmente por causa do diagnóstico tardio e pela demora no início do tratamento, nossa taxa de mortalidade é de 25%. O câncer de mama é o tipo que mais acomete brasileiras, 30% dos casos de cânceres nas mulheres, e é a segunda causa de morte das brasileiras. 75% da população não têm plano de saúde, dependem do SUS – e apesar de o SUS ser um sistema público de referência mundial com uma população de mais de 209 milhões de habitantes, (ele) não dá conta”, disse o parlamentar.

“Neste Outubro Rosa 2020, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) lança o movimento de conscientização ‘Quanto antes melhor’. A ideia é chamar a atenção das mulheres para a adoção de um estilo de vida saudável no dia a dia, com a prática de atividades físicas e boa alimentação para evitar doenças, entre elas, o câncer de mama. A SBM quer reforçar que há muita vida após o câncer de mama e que o cuidado com a saúde feminina deve ser olhado com atenção, principalmente neste momento em que o rastreamento e o tratamento foram prejudicados e ainda estão sendo retomados por conta da pandemia de Covid-19”, explicou Efraim Filho.

*Com informações de Edinho Magalhães, correspondente do CORREIO em Brasília