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Especialista esclarece o que é mito e o que é verdade sobre vacinas contra Covid-19

Fernando Chagas é médico infectologista e presidente do Comitê Covid de João Pessoa


ampanha de vacinação começou em 19 de janeiro (Foto: Niaranjan do Ó/Secom-JP)

Além das medidas de proteção individual e sanitária, a vacina é a única forma de combate à pandemia do novo coronavírus. A campanha de imunização começou há três meses na Paraíba e já imunizou mais de 641 mil pessoas com a 1ª dose e mais de 290 mil com a 2ª dose. Somente na Capital, foram aplicadas cerca de 226 mil doses de imunizantes. Mesmo com o avanço da campanha, muitas pessoas ainda têm questionamentos sobre as vacinas. O presidente do Comitê Covid de João Pessoa e médico infectologista, Fernando Chagas, esclarece dúvidas sobre os imunizantes.

As fórmulas das vacinas são iguais?

Não. Atualmente, a campanha de vacinação contra Covid-19 acontece com dois tipos de vacina: a Coronavac (Butantan/Sinovac) e a Covishield (Oxford/Astrazeneca/Fiocruz). As duas são seguras e não oferecem qualquer risco para quem tem algum tipo de alergia alimentar.

“Uma é composta por um vírus inativo e a outra por um pedaço do coronavírus dentro de outro vírus chamado adenovírus, que não possuem proteínas de leite, ovo ou qualquer substância que se que ofereça risco à população”, explica Fernando Chagas.

Reações adversas

A pessoa imunizada pode sofrer apenas pequenas reações, que são eventos comuns a aplicação de qualquer vacina, seja ela contra a Covid-19 ou não.

“Podem ser dores no local da aplicação, febre, dor no corpo, moleza, que, geralmente, vai durar em torno de dois a três dias. E quando aparecem, são sintomas provocados como resposta do nosso corpo a um microorganismo estranho”, esclarece o médico infectologista.

Doenças associadas não impedem vacinação

Pessoas com doença respiratória como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, em tratamento de tuberculose ou de câncer podem se vacinar sem medo.

Contraindicação

A vacina deve ser evitada ou adiada quando a pessoa apresentar sintomas de síndromes gripais, como febre, dor no corpo, dor de cabeça, coriza ou problema respiratório, porque pode ser, inclusive, a própria Covid-19. Nesse caso, a vacinação só pode ser feita 30 dias após o aparecimento dos sintomas. Fernando Chagas aconselha a pessoa realizar exame que possa diagnosticar a causa dos problemas para que a vacinação aconteça com segurança.


Por Portal Correio
R. jornal folha informa

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